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Aqui você tira dúvidas e entende os principais aspectos envolvidos na administração de Condomínios e contratação de Serviços Terceirizados

Assembleia de condomínio

Guia completo sobre assembleia de condomínio: esclareça suas dúvidas

A famigerada assembleia de condomínio é uma reunião importante que acontece regularmente em prédios e condomínios residenciais. Durante elas, discutem-se diversos assuntos relacionados à administração do local, desde a prestação de contas até a tomada de decisões importantes. No entanto, a assembleia muitas vezes é vista como uma dor de cabeça pelos moradores, seja pela dificuldade em conciliar agendas, falta de organização ou conflitos que podem surgir durante a reunião. Neste artigo, abordaremos as principais dúvidas e informações importantes sobre a realização de uma assembleia de condomínio, tanto presencial quanto virtual. O que é uma assembleia de condomínio? Uma assembleia de condomínio é uma reunião realizada entre os moradores e/ou proprietários de unidades em um condomínio. O objetivo é discutir assuntos relacionados à gestão do condomínio e tomar decisões importantes que afetam a vida em comum dos moradores. Essa reunião é geralmente convocada pelo síndico do condomínio, que é o responsável por coordenar a organização da assembleia e nela são discutidos temas como: Aprovação do orçamento anual: a assembleia deve aprovar o orçamento anual do condomínio, que inclui as despesas comuns do condomínio, tais como água, luz, gás, funcionários, manutenção e conservação das áreas comuns, entre outras. Eleição do síndico e do conselho fiscal: em assembleia, os moradores elegem o síndico e o conselho fiscal do condomínio, que serão responsáveis por administrar o condomínio pelos próximos anos. Realização de obras e reparos: caso haja necessidade de realizar obras e reparos nas áreas comuns do condomínio, os moradores podem discutir em assembleia a viabilidade e a forma de realização dessas obras. Contratação de serviços: os moradores podem discutir a contratação de serviços para o condomínio, tais como serviços de limpeza, segurança, manutenção de elevadores, entre outros. Definição de regras de convivência: em assembleia, os moradores podem definir as regras de convivência do condomínio, tais como horários de silêncio, utilização das áreas comuns, proibição de animais de estimação, entre outras. Qual a importância da assembleia de condomínio? A assembleia de condomínio é de extrema importância para a gestão participativa e democrática do condomínio. É um espaço para o diálogo, a transparência, a prestação de contas e a tomada de decisões coletivas, que afetam diretamente a vida de todos os moradores. Por meio da assembleia é possível discutir questões relacionadas a ocorrências no condomínio, segurança, limpeza, manutenção, obras, convivência, entre outros temas relevantes para o bom funcionamento do espaço. Além disso, é na assembleia que se discutem e aprovam as mudanças no regimento interno,  um documento fundamental para a organização e convivência entre os moradores. Portanto, a assembleia de condomínio é uma oportunidade para os moradores participarem ativamente da gestão e contribuírem para um ambiente harmonioso e agradável. Como funciona uma assembleia de condomínio? Realiza-se uma assembleia de condomínio em um espaço físico, geralmente nas áreas comuns do prédio, como salão de festas, auditório ou piscina. O síndico define a data, o horário e o local da reunião, como também envia a convocação com a pauta dos assuntos com antecedência mínima de oito dias úteis para todos os moradores por meio de carta, e-mail ou murais afixados no prédio. Durante a assembleia, tanto presencial quanto virtual, é o síndico o responsável por coordenar a reunião, apresentar a pauta e garantir que todos os moradores possam se manifestar e participar ativamente das discussões e deliberações. É importante dar oportunidade a todos os moradores para expressar suas opiniões e contribuir para as decisões coletivas. Outro ponto importante é que o início de uma assembleia só pode acontecer com a presença de pelo menos 1/4 dos condôminos presentes ou representados por procurador legalmente constituído. No caso de assembleias virtuais, o processo é semelhante, mas ocorre por meio de plataformas digitais que permitem a participação remota dos moradores. A tomada de decisões da assembleia ocorre por maioria de votos dos presentes. É importante que se realize a votação de forma clara e transparente, para que todos os moradores acompanhem o processo. A votação pode ser feita de forma aberta, através de levantamento de mãos, ou de forma secreta, através de cédulas de papel ou sistema de votação online. Ao final da reunião elabora-se uma ata com os principais pontos discutidos e as decisões tomadas. Assina-se a ata pelo síndico e pelos moradores presentes, e registra-se o documento em cartório. Como fazer uma assembleia de condomínio virtual? Realiza-se uma assembleia de condomínio virtual por meio de uma plataforma digital, como aplicativos de videoconferência ou plataformas de votação online. Essa modalidade tem se tornado cada vez mais comum, pois permite a participação dos moradores sem a necessidade de deslocamento físico. Além disso oferece mais flexibilidade de horários e facilidade na organização da reunião. Para organizar uma assembleia virtual, é necessário seguir alguns passos: Convocação  Assim como na assembleia presencial, o síndico deve fazer com antecedência a convocação para a assembleia virtual, de acordo com o que está previsto na convenção do condomínio. É importante especificar na convocação que a assembleia será virtual, dando as devidas orientações aos moradores sobre como acessar a plataforma digital para a reunião. Plataforma digital Escolha uma plataforma digital adequada para a assembleia, levando em conta as necessidades dos moradores e a segurança dos dados. Existem diversas opções disponíveis no mercado, como o Zoom, o Google Meet, o Microsoft Teams, entre outros. Elaboração da pauta Assim como na assembleia presencial, cabe ao síndico a elaboração de uma pauta com os assuntos da assembleia virtual. É importante o envio prévio da pauta com antecedência aos moradores para que cada um possa se preparar para a reunião. Quórum Para realização da assembleia virtual é necessário que haja um quorum mínimo de moradores presentes na plataforma digital escolhida. A definição desse número deve ser de acordo com a convenção do condomínio e pode variar de acordo com o tema da assembleia. Votação Assim como na assembleia presencial, a tomada de decisões da assembleia virtual deve ser por maioria de votos dos presentes. Assim sendo, é importante a clareza e transparência na votação, além da escolha de uma

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Regimento interno de condomínio

Regimento Interno de Condomínio: O que é e como criar

O regimento interno de condomínio é um conjunto de regras e normas que visam promover a convivência pacífica e harmoniosa entre os condôminos. Ele é essencial para garantir a segurança e o bem-estar de todos, bem como para prevenir conflitos e reclamações que podem surgir devido à convivência coletiva entre diferentes tipos de pessoas. Neste artigo, vamos apresentar de forma mais detalhada os passos necessários para criar um regimento interno eficiente e como garantir a sua aplicação e cumprimento no condomínio. Porque é tão importante ter um regimento interno de condomínio? O regimento interno do condomínio é um documento fundamental para garantir a convivência harmoniosa entre os moradores e usuários das áreas comuns.  Imagine que sem ele, qualquer pessoa poderia fazer o que bem entendesse a qualquer horário e sem qualquer restrição, como por exemplo , utilizar o salão de festas ou a academia em horários inadequados, ou ainda, colocar som alto ou fazer barulho excessivo. Essas atitudes poderiam gerar desconforto e até mesmo conflitos entre os moradores, prejudicando a convivência no condomínio. Com o regimento interno, é possível estabelecer regras claras e objetivas para o uso das áreas comuns, limitando os horários de funcionamento, estabelecendo normas para o uso de equipamentos e estabelecendo penalidades para aqueles que as descumprirem.  Dessa forma, é possível garantir a tranquilidade e o bem-estar de todos os moradores e usuários do condomínio de forma justa e legal. Como criar um regimento interno de condomínio Para criar um regimento interno eficiente, é necessário seguir algumas etapas importantes. Confira abaixo: Realize uma reunião com os moradores Antes de iniciar a elaboração do regimento interno, é importante realizar uma reunião com os moradores para discutir as principais questões.  É o síndico que irá convocar essa reunião e deve contar com a participação da maioria dos condôminos. Isso porque para aprovar um regimento interno é necessário conquistar o voto da maioria simples (50% + 1). Identifique as necessidades do condomínio Durante a reunião, é importante discutir as principais necessidades do condomínio e identificar quais são os principais problemas.  O regimento interno pode abordar diversos assuntos, entre os quais podemos destacar: Horários de silêncio: estabelecer horários em que os moradores devem evitar barulhos excessivos, como música alta, gritos e conversas em voz alta. Uso das áreas comuns: definir as normas para o uso das áreas comuns do condomínio, como piscina, churrasqueira, salão de festas, entre outras. Regras para animais de estimação: estabelecer as regras para a circulação de animais de estimação no condomínio, como o uso de coleira e guia, a necessidade de recolher as fezes do animal, entre outras. Normas para reformas: estabelecer as regras para a realização de reformas no interior das unidades habitacionais, como a necessidade de comunicar a administração do condomínio, horários permitidos para realização das obras, entre outras. Estabeleça regras claras e objetivas Após identificar as principais necessidades do condomínio, é necessário estabelecer regras claras e objetivas que visam garantir a convivência pacífica e harmoniosa entre os moradores e usuários das áreas comuns.  Discuta e aprove as regras pelos condôminos em uma nova reunião, para que todos estejam cientes das normas e comprometidos em segui-las. Defina penalidades para o descumprimento das normas É importante que o regimento interno estabeleça penalidades para o descumprimento das normas, a fim de garantir que todos os condôminos sejam responsáveis e comprometidos com a convivência no condomínio.  As penalidades podem ser multas, advertências verbais ou escritas, suspensão temporária do uso das áreas comuns ou até mesmo a expulsão do condomínio em casos extremos. Divulgue o regimento interno Após a aprovação do regimento interno, é importante divulgá-lo a todos os moradores e usuários das áreas comuns, para que todos estejam cientes das normas e regras estabelecidas.  É possível fazer a divulgação por meio de murais, e-mails, cartazes, grupo de whatsapp ou até mesmo publicá-lo no site do condomínio. Como alterar o regimento interno já existente? Assim como a criação, a alteração do regimento interno de um condomínio também deve seguir algumas etapas importantes para garantir que o processo seja justo e transparente para todos os moradores. Confira abaixo alguns passos: Verifique a necessidade de alteração: Antes de iniciar o processo de alteração do regimento interno, é importante avaliar se há uma real necessidade de mudança. Se o regimento já está atendendo às necessidades do condomínio, não há motivo para mudá-lo. Porém, se houver alguma situação que exija uma nova norma ou regra, é preciso avaliar a necessidade da alteração. Comunique os moradores: É fundamental comunicar os moradores sobre a intenção de alteração do regimento interno e convocá-los para uma reunião para discutir as mudanças. Essa comunicação pode ser feita por meio de cartazes, e-mails, murais ou qualquer outro meio que possa ser acessível a todos os condôminos. Discuta as mudanças: Durante a reunião, é importante discutir as mudanças propostas e ouvir a opinião dos moradores. É importante que todas as sugestões sejam registradas e avaliadas. Vote as alterações: Depois de discutidas as mudanças, é hora de votá-las. A votação deve ser feita por meio de assembleia, seguindo as regras estabelecidas na convenção do condomínio. É importante que todos os condôminos tenham direito a voto e que a decisão seja tomada pela maioria dos presentes na assembleia. Atualize o regimento interno: Após a aprovação das alterações, é necessário atualizar o regimento interno e distribuí-lo a todos os moradores. É importante que todos tenham acesso à nova versão e que as mudanças sejam claras e objetivas. Conclusão O regimento interno de condomínio é um documento fundamental para garantir a harmonia, organização e segurança no ambiente condominial. Sua criação deve ser feita de forma democrática e transparente, envolvendo todos os moradores e seguindo as regras estabelecidas na convenção do condomínio. Além disso, é importante revisar e atualizar o regimento interno para atender às necessidades e demandas dos moradores. As alterações devem seguir um processo claro e objetivo, desde a sua elaboração até a aprovação e registro em cartório. Caso você precise de ajuda para criar ou atualizar o regimento interno do seu

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A Importância do Livro de Ocorrências em Condomínio

A Importância do Livro de Ocorrências em Condomínio: Como Criar uma Versão Digital e seus Benefícios.

O livro de ocorrências em condomínios é uma ferramenta essencial para aumentar a segurança e a organização do local.  Nele os moradores podem registrar diversos tipos de reclamações sobre problemas, incidentes, permitindo que o síndico possa tomar as medidas necessárias para resolver esses problemas e melhorar a qualidade de vida no condomínio.  O livro de ocorrências é, portanto, um documento importante que deve ser mantido atualizado e acessível a todos os moradores. Com o avanço da tecnologia, a versão digital do livro de ocorrências vem ganhando espaço em muitos condomínios.  A seguir, vamos discutir a importância do livro de ocorrências em condomínio, como criar uma versão digital e os benefícios em relação à versão física. Boa leitura! Importância do livro de ocorrências em condomínio O livro de ocorrências é um instrumento fundamental para a administração do condomínio, pois permite que o síndico fique ciente dos problemas que afetam a rotina dos moradores. Entre as principais ocorrências que podem ser registradas no livro, podemos citar: Infrações ao regulamento interno do condomínio; Problemas com as áreas comuns, como elevadores, garagem, piscina, playground, entre outros; Barulhos excessivos e perturbações da ordem; Problemas relacionados à segurança, como roubos e furtos; Vandalismo e danos às áreas comuns; Problemas com os serviços prestados, como limpeza e manutenção. Com o registro adequado no livro de ocorrências, o síndico pode tomar as medidas necessárias para solucionar esses problemas. Por exemplo, se houver reclamações de barulho excessivo, o síndico pode notificar o morador responsável e, se necessário, aplicar multas previstas no regulamento interno do condomínio. Outra vantagem do livro de ocorrências é que ele serve como um documento que registra a história do condomínio ao longo do tempo. Ele pode ser usado como uma referência para identificar problemas recorrentes e para avaliar a eficácia das medidas tomadas para solucioná-los, ou ainda como prova caso haja a necessidade de recorrer à justiça para a resolução de algum conflito grave. Livro de ocorrências de condomínio: Por quê escolher a versão digital? Com a crescente digitalização de processos, muitos condomínios estão optando por criar uma versão digital do livro de ocorrências. Além de oferecer mais praticidade e eficiência na administração, a versão digital também pode ser mais acessível aos moradores e contribuir para a preservação do meio ambiente. Além disso o livro de ocorrências digital oferece diversos outros benefícios em relação à versão física, como: Maior praticidade e agilidade: a versão digital permite que as ocorrências sejam registradas e acompanhadas em tempo real, o que torna o processo mais ágil e eficiente. Além disso, não há necessidade de manter um livro físico e disponibilizá-lo em um local específico, pois a plataforma permite o acesso de qualquer lugar com conexão à internet. Melhor organização e controle: a plataforma permite que as ocorrências sejam organizadas em categorias e subcategorias, o que facilita a busca e o controle das informações. Além disso, é possível definir níveis de acesso para os usuários, garantindo a segurança e a privacidade das informações. Melhor comunicação e transparência: a plataforma permite que o síndico ou o responsável pela administração do condomínio se comunique diretamente com os usuários, esclarecendo dúvidas e informando sobre as medidas que estão sendo tomadas para solucionar os problemas. Isso contribui para uma maior transparência na administração do condomínio. Preservação do meio ambiente: a versão digital contribui para a preservação do meio ambiente, pois evita o uso excessivo de papel e reduz a necessidade de impressão e armazenamento de documentos físicos. Como criar um livro de ocorrências digital? Agora que você já conhece as principais vantagens do livro de ocorrências digital em relação ao físico, é hora de aprender como criar a sua versão e melhorar ainda mais a organização e comunicação em seu condomínio. Siga o passo a passo abaixo e vamos lá! Escolha uma plataforma: existem diversas plataformas disponíveis no mercado para a criação de livros de ocorrências digitais como a CondoConta e a MeuCondomínio. É importante avaliar as características de cada plataforma e escolher aquela que melhor atenda às necessidades do condomínio. Cadastre os usuários: É importante definir quais usuários terão acesso à plataforma, como síndicos, administradores, moradores, funcionários, entre outros. É possível definir níveis de acesso para cada usuário, garantindo a segurança e a privacidade das informações. Defina as categorias de ocorrências: é importante definir as categorias de ocorrências que serão registradas no livro de ocorrências digital, para facilitar a busca e organização das informações. Algumas categorias comuns são: problemas com as áreas comuns, reclamações de barulho, ocorrências de segurança, problemas com serviços prestados, entre outras. Registre as ocorrências: os usuários podem registrar as ocorrências diretamente na plataforma, preenchendo as informações necessárias, como data, hora, local e descrição do problema. É importante que essas informações sejam claras e objetivas, para que o síndico possa entender o problema e tomar as medidas necessárias para solucioná-lo. Teste a plataforma: antes de disponibilizar a plataforma para os usuários, é importante realizar testes para verificar a eficiência e a segurança da plataforma. É importante que a plataforma seja intuitiva e fácil de usar pelos usuários. Acompanhe as ocorrências: o síndico ou o responsável pela administração do condomínio deve acompanhar as ocorrências registradas na plataforma, verificando a sua gravidade e urgência. Ele pode usar a plataforma para responder aos usuários, esclarecer dúvidas e informar sobre as medidas que estão sendo tomadas para solucionar o problema. Conclusão Em resumo, o livro de ocorrências é uma ferramenta importante para manter a segurança e a organização do condomínio.  A versão digital do livro de ocorrências oferece diversas vantagens em relação à versão física, como maior praticidade, agilidade, organização, controle, comunicação e transparência.  É importante que o síndico ou o responsável pela administração do condomínio escolha uma plataforma confiável e segura para a criação do livro de ocorrências digital.  Deve ainda promover a conscientização dos usuários sobre a importância do registro adequado das ocorrências.  Com a versão digital, é possível otimizar a administração do condomínio e garantir o bem-estar e a segurança de todos os moradores. Para mais dicas sobre como

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reclamações em condomínio

Top 5 reclamações em condomínio e como agir para resolver

As reclamações em condomínio são praticamente diárias e deixam a maioria dos síndicos de cabelo em pé: latido de cachorro, choro de criança, barulho tarde da noite…  A diversidade de conflitos – alguns graves, outros nem tanto – acaba ocupando boa parte das demandas do síndico, o que pode gerar ainda mais transtornos quando não há um processo definido para o registro e resolução dos casos. Neste artigo, vamos falar sobre as melhores práticas para gerir as reclamações em condomínio e as principais orientações para o síndico nestes casos. Confira! 1 – Perturbação do Sossego Barulhos incômodos vindos de apartamentos vizinhos lideram a lista de reclamações em condomínio. O barulho pode ter diferentes origens: festas, aparelhos de som, instrumentos musicais, animais de estimação, entre outros. Além de simplesmente incomodar, a barulheira pode prejudicar a rotina de trabalho e descanso dos condôminos que moram próximo ao vizinho barulhento, causando diversos outros prejuízos. Entre eles: problemas de ansiedade, depressão, pressão alta, irritabilidade, dores de cabeça e muitos outros. Vale lembrar que perturbação do sossego é crime cabível de prisão ou multa segundo o Artigo 42 da Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei nº 3.688). Outro detalhe importante que precisa-se esclarecer é que a perturbação do sossego é crime EM QUALQUER HORÁRIO. Não apenas após as 22 horas, como muitos acreditam que seja. 2 – Invasão de Privacidade Além do vizinho barulhento, outro tipo de vizinho que acaba gerando muitas reclamações em condomínio são os vizinhos bisbilhoteiros. Se enquadra como invasão de privacidade o fato de um vizinho, por exemplo, usar binóculos para observar a vida alheia, filmar o interior de outros apartamentos ou os condôminos em áreas comuns sem autorização. O mesmo ocorre para aquele que instalar uma câmera de segurança em frente à entrada de seu apartamento, fizer uso de drones, entre outras ações. De acordo com o Artigo 5 da Constituição Federal: “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”. Portanto, se um morador for exposto a situação constrangedora diante a divulgação de suas imagens feitas por outro condômino, o condomínio poderá ser responsabilizado! 3 – Falta de Higiene Infelizmente, além de todos os problemas já citados, algumas pessoas que moram em condomínios ainda têm que lidar com outra situação bastante complicada: a falta de higiene de alguns moradores. O mau cheiro na maioria das vezes é consequência da ausência de cuidados básicos com o animal de estimação, como gatos e cachorros, principalmente. Também há casos de pessoas com transtorno acumulador compulsivo. Trazem coisas inúteis da rua para casa o que acaba tornando o ambiente altamente nocivo e colocando em risco a saúde dos demais moradores. O artigo 1336 (Lei nº 10.406) estabelece como um dever geral de conduta, a ser observado por todos os condôminos: ‘dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação’, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores. 4 – Ameaça Ao reclamar de uma situação, um morador ou até mesmo o síndico pode acabar sofrendo ameaças, injúrias e até mesmo agressões físicas do morador problemático. Infelizmente não é raro que isso aconteça e em muitos casos as ameaças acabam por se cumprir. Assim como nas situações anteriormente citadas, ameaçar alguém por palavras, escritos, gestos ou qualquer outro meio é crime previsto no artigo 147 do Código Penal. Pode render multa e detenção que varia de um a seis meses.  5 – Violência Doméstica Infelizmente os índices de violência doméstica no Brasil ainda são muito altos e embora a maioria das vítimas sejam mulheres, crianças, idosos, deficientes físicos também sofrem com isso. Ao tomar conhecimento de uma situação de violência doméstica dentro do condomínio, administradores e síndicos têm a obrigação de denunciar o caso por meio da Central de Atendimento à Mulher ou diretamente ao 190. Aqueles que descumprirem a medida poderão ser automaticamente destituídos do cargo e  o condomínio receberá uma multa de cinco a dez salários de referência.  Apesar da revolta é preciso que o síndico e os demais colaboradores ajam com cautela e discrição pois caso o assunto se espalhe o condomínio pode ser processado por difamação e danos morais. Reclamações em Condomínio: 4 dicas para lidar com elas É fundamental que o síndico seja firme e saiba agir com coerência e firmeza mediante uma reclamação independente do seu grau de gravidade. Isso porque, segundo o artigo 1348 do Código Civil,  é obrigação do síndico cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da assembleia. Quando isso não ocorre, o condomínio pode ser responsabilizado e o síndico pode ser destituído da função e ainda sofrer um processo civil por omissão. É importante ressaltar também que a atuação do síndico não retira o direito de os condôminos buscarem diretamente uma conciliação com o morador infrator, acionar a polícia, notificá-lo extrajudicialmente. 1 – Faça valer o regimento interno O regimento interno do condomínio é uma espécie de cartilha com orientações sobre como agir, se relacionar e utilizar as dependências do prédio de forma saudável e ética. Nele também podemos encontrar informações a respeito das regras para aplicação de advertências, penalizações e multas. As advertências são praticamente um “aviso” e acontecem quando o morador está cometendo uma infração pela primeira vez. Já as multas, acontecem quando o morador causa danos para o condomínio, como algum prejuízo em áreas comuns ou quando o morador comete uma infração pela segunda vez. Na maioria das vezes as advertências e/ou multas acabam resolvendo o problema de forma eficaz, não sendo necessário a intervenção judicial ou policial. 2 – Crie um livro de reclamações digital Quando há uma ocorrência ou reclamação em condomínio, é imprescindível que haja a formalização e registro da queixa por meio do livro de ocorrências. Aconselhamos, porém, que caso o livro de ocorrências do condomínio ainda seja físico seja realizado um upgrade para o livro digital, que pode funcionar através de um email ou

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Prepare o condomínio para o período chuvoso

A chegada do fim de ano traz sempre a preocupação com as consequências das chuvas. Muitos síndicos deixam para resolver os problemas relacionados ao período chuvoso quando ele já iniciou, o que normalmente é mais difícil e também pode ser mais oneroso. Por isso o ideal é revisar toda a infraestrutura do condomínio com antecedência evitando transtornos e eventuais prejuízos. Coloque este item no seu planejamento anual e fique atento aos prazos. Um dos pontos que deve ser priorizados pelo síndico, é o telhado. A falta de manutenção dos mesmos pode provocar infiltração no prédio, danificando as estruturas comuns e também das unidades autônomas. Uma checagem completa no condomínio deve ser realizada fora do verão, com verificação das coberturas, telhados, luzes, sistema de iluminação de emergência e limpeza das tubulações de água e esgoto. Seguindo este protocolo você terá maiores chances de antecipar as ações e evitar dores de cabeça. Gostou das dicas? Não deixe de implementar no seu condomínio. Se precisar de ajuda, conte conosco!

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Por que é importante ter uma administradora de condomínios

Uma boa administradora de condomínios e empresas facilita a vida do síndico e dos seus condôminos, aliando experiência, facilidades e conhecimento técnico.   Veja como a Soluções Condomínios & Serviços pode te auxiliar nas principais atividades cotidianas, orientando sobre os aspectos legais e dando suporte às atividades administrativas do síndico: Cobrança e contabilização de receitas e despesas Recursos Humanos: contratação de funcionários, fazendo a seleção e os trâmites necessários para a admissão Cotação de serviços e produtos: orçamentos e junta dos principais dados para que o síndico tome a decisão com mais assertividade Contratos e obrigatoriedades: gestão e manutenção de contratos mensais de itens obrigatórios Auxílio em todas as etapas e durante as Assembleias Gerais Assessoria jurídica E além de toda a assessoria para condomínios, também a Soluções Condomínios & Serviços facilita a vida de empresas no dia a dia com serviços terceirizados em: Zeladoria Jardinagem Limpeza Portaria

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